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	<title>Imunocorp - Vacinação Empresarial - Porto Alegre</title>
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	<description>A ImunoCorp Vacinação Empresarial é um braço da Clini&#38;Baby, Clínica Médica e de Vacinas, que atua desde 1980 na área de vacinação e atendimento médico, e agora expande-se também junto à empresas,escolas e domicílios.</description>
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		<title>Rio Grande do Sul registrou um caso de gripe A por dia na última semana</title>
		<link>http://www.imunocorp.com.br/noticias/rio-grande-do-sul-registrou-um-caso-de-gripe-a-por-dia-na-ultima-semana</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 18:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Kreichmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imunocorp.com.br/?p=251</guid>
		<description><![CDATA[Zero Hora/Saúde &#8211; 01/06/2013 Último balanço da Secretaria Estadual de Saúde aponta 32 infectados que desenvolveram a doença O número de casos de gripe A no Rio Grande do Sul tem subido, mas de forma muito lenta e que não chega a alarmar as autoridades em saúde. O último levantamento da Secretaria Estadual de Saúde aponta 32 infectados que desenvolveram a doença, o que representa seis novos casos em relação ao último boletim, da semana anterior. Naquela data, eram 26 os contaminados que apresentaram sintomas. A evolução no número não chega a causar grande preocupação porque este ano 91% do público-alvo gaúcho se vacinou. Isso está bem acima da meta nacional, que era 80% de cobertura. Foram vacinados 2,7 milhões de gaúchos. No ano passado apenas 68% dos gaúchos visados receberam imunização. Contribuiu para a maior cobertura contra o vírus o fato de o Rio Grande do Sul ter se antecipado na prevenção da doença. Foi recebido 1 milhão de doses de vacina a mais para serem aplicadas nos grupos de risco (idosos, diabéticos, crianças). E a vacinação de milhões ajuda a quebrar a cadeia de transmissão do vírus. Tanto que ainda não ocorreram mortes pela gripe A em 2013, no Estado. No ano passado foram 67 óbitos por esse tipo de doença no Rio Grande do Sul e 522 casos de transmissão da moléstia. É claro que as autoridades continuam em alerta, até porque em outros Estados a situação é grave. Em São Paulo, por exemplo, já foram registradas 55 mortes pela doença. A chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, médica Marilina Bercini, confirma que a situação não é preocupante no Rio Grande do Sul. — Este ano os casos começaram a surgir mais cedo, em abril. Mas a evolução é lenta, temos mais gente vacinada e nenhuma morte. O prognóstico é bom, por enquanto — comenta. TIRE SUAS DÚVIDAS Resfriado e gripe são a mesma coisa? Não. O resfriado geralmente é mais brando do que a gripe e pode durar de dois a quatro dias. Também apresenta sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, mas a febre é menos comum e, quando presente, é de baixa intensidade. Outros sintomas também podem estar presentes, como mal-estar, dores musculares e dor de cabeça. Assim como na gripe, o resfriado comum também pode apresentar complicações como otites, sinusites, bronquites e até mesmo quadros mais graves, dependendo do agente que está provocando a infecção. Qual a diferença da gripe comum para a gripe A? Em agosto de 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou que o vírus H1N1, responsável pela gripe A, manteria em circulação, apresentando comportamento de vírus sazonal. A ocorrência de casos da doença é esperada. O monitoramento no Estado confirma a indicação da OMS: a circulação do vírus da Influenza A H1N1 não se caracteriza como uma situação atípica no cenário do inverno gaúcho, sendo mais um agente, entre vários, que causam doenças respiratórias agudas. Existe só um tipo de vírus da gripe A? Não. Além do H1N1, outro vírus influenza A que também está circulando pelo mundo é o H3N2. A vacina contra a gripe protege tanto contra o H1N1 como contra o H3N2, além de também oferecer proteção contra influenza B. Fonte: Secretaria Estadual da Saúde]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Zero Hora/Saúde &#8211; 01/06/2013<br />
Último balanço da Secretaria Estadual de Saúde aponta 32 infectados que desenvolveram a doença</p>
<p><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/06/rio-grande-do-sul-registrou-um-caso-de-gripe-a-por-dia-na-ultima-semana-4157051.html" title="Rio Grande do Sul registrou um caso de gripe A por dia na última semana" target="_blank"></a></p>
<p>O número de casos de gripe A no Rio Grande do Sul tem subido, mas de forma muito lenta e que não chega a alarmar as autoridades em saúde. </p>
<p>O último levantamento da Secretaria Estadual de Saúde aponta 32 infectados que desenvolveram a doença, o que representa seis novos casos em relação ao último boletim, da semana anterior. Naquela data, eram 26 os contaminados que apresentaram sintomas.</p>
<p>A evolução no número não chega a causar grande preocupação porque este ano 91% do público-alvo gaúcho se vacinou. Isso está bem acima da meta nacional, que era 80% de cobertura. Foram vacinados 2,7 milhões de gaúchos. No ano passado apenas 68% dos gaúchos visados receberam imunização.</p>
<p>Contribuiu para a maior cobertura contra o vírus o fato de o Rio Grande do Sul ter se antecipado na prevenção da doença. Foi recebido 1 milhão de doses de vacina a mais para serem aplicadas nos grupos de risco (idosos, diabéticos, crianças). E a vacinação de milhões ajuda a quebrar a cadeia de transmissão do vírus. Tanto que ainda não ocorreram mortes pela gripe A em 2013, no Estado. No ano passado foram 67 óbitos por esse tipo de doença no Rio Grande do Sul e 522 casos de transmissão da moléstia.</p>
<p>É claro que as autoridades continuam em alerta, até porque em outros Estados a situação é grave. Em São Paulo, por exemplo, já foram registradas 55 mortes pela doença.</p>
<p>A chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, médica Marilina Bercini, confirma que a situação não é preocupante no Rio Grande do Sul.</p>
<p>— Este ano os casos começaram a surgir mais cedo, em abril. Mas a evolução é lenta, temos mais gente vacinada e nenhuma morte. O prognóstico é bom, por enquanto — comenta.</p>
<p>TIRE SUAS DÚVIDAS</p>
<p>Resfriado e gripe são a mesma coisa?<br />
Não. O resfriado geralmente é mais brando do que a gripe e pode durar de dois a quatro dias. Também apresenta sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, mas a febre é menos comum e, quando presente, é de baixa intensidade. Outros sintomas também podem estar presentes, como mal-estar, dores musculares e dor de cabeça. Assim como na gripe, o resfriado comum também pode apresentar complicações como otites, sinusites, bronquites e até mesmo quadros mais graves, dependendo do agente que está provocando a infecção.</p>
<p>Qual a diferença da gripe comum para a gripe A?<br />
Em agosto de 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou que o vírus H1N1, responsável pela gripe A, manteria em circulação, apresentando comportamento de vírus sazonal. A ocorrência de casos da doença é esperada. O monitoramento no Estado confirma a indicação da OMS: a circulação do vírus da Influenza A H1N1 não se caracteriza como uma situação atípica no cenário do inverno gaúcho, sendo mais um agente, entre vários, que causam doenças respiratórias agudas. </p>
<p>Existe só um tipo de vírus da gripe A?<br />
Não. Além do H1N1, outro vírus influenza A que também está circulando pelo mundo é o H3N2. A vacina contra a gripe protege tanto contra o H1N1 como contra o H3N2, além de também oferecer proteção contra influenza B.</p>
<p>Fonte: Secretaria Estadual da Saúde</p>
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		<title>Porto Alegre já registra três mortes por Gripe A</title>
		<link>http://www.imunocorp.com.br/noticias/porto-alegre-ja-registra-tres-mortes-por-gripe-a</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 18:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Kreichmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[29 casos da doença foram confirmados na Capital Conforme boletim divulgado pela coordenadoria-geral de Vigilância em Saúde (CGVS) nesta sexta-feira, três mortes por Gripe A já foram registradas em Porto Alegre — uma causada pelo vírus H3N2 e duas pelo vírus H1N1. No total, há 29 casos registrados da gripe na Capital, sendo 11 pelo vírus de Influenza A (H1N1) e 18 de Influenza A Sazonal (H3N2). Mapa: as cidades gaúchas onde já foram registradas mortes desde 2009 http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/06/porto-alegre-ja-registra-tres-mortes-por-gripe-a-4177128.html Até a 24ª Semana Epidemiológica, que encerrou em 15 de junho, foram investigados 397 casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo que destes 265 são moradores de Porto Alegre, dos quais dez continuam em investigação. A orientação dos órgãos de saúde é que a população esteja atenta para os cuidados de prevenção. As recomendações básicas são higienizar as mãos com frequência, manter os ambientes arejados e limpos e utilizar lenço descartável ao espirrar ou tossir. Havendo sintomas de síndrome gripal, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica e, se for o caso, iniciar o tratamento o mais rápido possível. A vigilância alerta especialmente as pessoas que apresentarem febre repentina, acompanhada de tosse ou dor de garganta, e com dor muscular (mialgia), nas articulações (artralgia) ou dor de cabeça (cefaleia). ZERO HORA 21/06/2013]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>29 casos da doença foram confirmados na Capital</p>
<p>Conforme boletim divulgado pela coordenadoria-geral de Vigilância em Saúde (CGVS) nesta sexta-feira, três mortes por Gripe A já foram registradas em Porto Alegre — uma causada pelo vírus H3N2 e duas pelo vírus H1N1. </p>
<p>No total, há 29 casos registrados da gripe na Capital, sendo 11 pelo vírus de Influenza A (H1N1) e 18 de Influenza A Sazonal (H3N2). </p>
<p>Mapa: as cidades gaúchas onde já foram registradas mortes desde 2009 </p>
<p>http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/06/porto-alegre-ja-registra-tres-mortes-por-gripe-a-4177128.html</p>
<p>Até a 24ª Semana Epidemiológica, que encerrou em 15 de junho, foram investigados 397 casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo que destes 265 são moradores de Porto Alegre, dos quais dez continuam em investigação. </p>
<p>A orientação dos órgãos de saúde é que a população esteja atenta para os cuidados de prevenção. As recomendações básicas são higienizar as mãos com frequência, manter os ambientes arejados e limpos e utilizar lenço descartável ao espirrar ou tossir. </p>
<p>Havendo sintomas de síndrome gripal, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica e, se for o caso, iniciar o tratamento o mais rápido possível. </p>
<p>A vigilância alerta especialmente as pessoas que apresentarem febre repentina, acompanhada de tosse ou dor de garganta, e com dor muscular (mialgia), nas articulações (artralgia) ou dor de cabeça (cefaleia).</p>
<p>ZERO HORA<br />
21/06/2013</p>
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		<title>Informações sobre a gripe</title>
		<link>http://www.imunocorp.com.br/noticias/informacoes-sobre-a-gripe</link>
		<comments>http://www.imunocorp.com.br/noticias/informacoes-sobre-a-gripe#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 May 2013 15:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Kreichmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza que provoca febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. O maior problema da influenza são as complicações como otites e pneumonias, que podem levar à internação e até mesmo ao óbito. Informações sobre tratamento O antiviral Oseltamivir, de nome comercial Tamiflu, está disponível em todo o Estado, gratuitamente, e o seu uso no início do aparecimento dos primeiros sintomas da gripe é fundamental para impedir o agravamento dos casos. Atenção aos sintomas: febre, dor de garganta e dores nas articulações, musculares ou de cabeça. Ao apresentar esses sinais, procure atendimento. O tratamento pode ser prescrito tanto por médicos do SUS como particulares, com a dispensação, sem custos, garantida pela rede pública. Para retirar o antiviral, o paciente deve apresentar somente prescrição médica. Não há mais a necessidade do Receituário de Controle Especial e do Formulário de Dispensação, visando facilitar o acesso da população ao medicamento. Uma ação fundamental para diminuir a circulação dos vírus da gripe é a adoção de hábitos simples. Confira: - Higienizar as mãos com frequência; - Utilizar lenço descartável para higiene nasal; - Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; - Higienizar as mãos após tossir ou espirrar; - Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; - Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal; - Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social; - Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração; - Evitar visitas a hospitais; - Ventilar os ambientes. Perguntas e respostas sobre a gripe Resfriado e influenza (gripe) são a mesma coisa? Não. O resfriado geralmente é mais brando que a gripe e pode durar de 2 a 4 dias. Também apresenta sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, mas a febre é menos comum e, quando presente, é de baixa intensidade. Outros sintomas também podem estar presentes, como mal-estar, dores musculares e dor de cabeça. Assim como na gripe, o resfriado comum também pode apresentar complicações como otites, sinusites, bronquites e até mesmo quadros mais graves, dependendo do agente etiológico que está provocando a infecção. Qual a diferença da gripe comum para a &#8220;gripe A&#8221;? O que popularmente ficou conhecida como &#8220;gripe A&#8221; é, na verdade, a gripe causada pelo vírus influenza A H1N1. Em 2009, o mundo enfrentou uma pandemia desta gripe, com grande repercussão na saúde das pessoas e sobrecarga da rede de serviços de saúde. O Estado do Rio Grande do Sul foi duramente atingido no inverno daquele ano, com registro de 3.585 casos confirmados da doença e 298 óbitos. Em 10 de agosto de 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou o fim da pandemia e início da fase pós-pandêmica, indicando que o vírus H1N1 se manteria em circulação, apresentando comportamento de vírus sazonal. A ocorrência de casos confirmados da doença é, portanto, esperada e o monitoramento destes casos no RS confirma a indicação da OMS: a circulação do vírus da Influenza A H1N1 não se caracteriza como uma situação atípica no cenário do inverno gaúcho, sendo mais um agente, entre vários, que causam doenças respiratórias agudas. Outro vírus influenza A que também está circulando pelo mundo é o H3N2. A vacina contra a gripe protege tanto contra o H1N1 como contra o H3N2, além de também oferecer proteção contra influenza B. Quem tem direito à vacina pelo SUS este ano? Devem procurar os postos de saúde para receber a vacina gratuitamente, pessoas com 60 anos ou mais, crianças com mais de seis meses e menos de dois anos, gestantes, mulheres até 45 dias depois do parto, e pessoas com doenças crônicas (respiratórias, cardíacas, renais, além de obesos e diabéticos). Além destes grupos, os indígenas também recebem as doses, diretamente nas aldeias; os profissionais de saúde se vacinam nos próprios locais de trabalho; e a população privada de liberdade, devido aos altos índices de doenças respiratórias. Qual o critério para a escolha dos grupos? Os grupos prioritários são escolhidos levando em conta as pessoas com mais chances de desenvolver complicações a partir da gripe. Os critérios são construídos a partir da investigação do perfil dos casos graves e dos casos de óbito por gripe. Em 2012, por exemplo, a investigação dos óbitos no RS indicou que 60% dos casos eram de pessoas com doenças crônicas ou de idade acima de 60 anos, o que reforça a importância desses grupos buscarem imunização. Fonte:www.saude.rs.gov.br &#124;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza que provoca febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. O maior problema da influenza são as complicações como otites e pneumonias, que podem levar à internação e até mesmo ao óbito.</p>
<p>Informações sobre tratamento </p>
<p>O antiviral Oseltamivir, de nome comercial Tamiflu, está disponível em todo o Estado, gratuitamente, e o seu uso no início do aparecimento dos primeiros sintomas da gripe é fundamental para impedir o agravamento dos casos. Atenção aos sintomas: febre, dor de garganta e dores nas articulações, musculares ou de cabeça. Ao apresentar esses sinais, procure atendimento.<br />
O tratamento pode ser prescrito tanto por médicos do SUS como particulares, com a dispensação, sem custos, garantida pela rede pública.<br />
Para retirar o antiviral, o paciente deve apresentar somente prescrição médica. Não há mais a necessidade do Receituário de Controle Especial e do Formulário de Dispensação, visando facilitar o acesso da população ao medicamento.<br />
Uma ação fundamental para diminuir a circulação dos vírus da gripe é a adoção de hábitos simples. Confira:<br />
- Higienizar as mãos com frequência;<br />
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;<br />
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;<br />
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;<br />
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;<br />
- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;<br />
- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;<br />
- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração;<br />
- Evitar visitas a hospitais;<br />
- Ventilar os ambientes.</p>
<p>Perguntas e respostas sobre a gripe </p>
<p>Resfriado e influenza (gripe) são a mesma coisa? Não. O resfriado geralmente é mais brando que a gripe e pode durar de 2 a 4 dias. Também apresenta sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, mas a febre é menos comum e, quando presente, é de baixa intensidade. Outros sintomas também podem estar presentes, como mal-estar, dores musculares e dor de cabeça. Assim como na gripe, o resfriado comum também pode apresentar complicações como otites, sinusites, bronquites e até mesmo quadros mais graves, dependendo do agente etiológico que está provocando a infecção.</p>
<p>Qual a diferença da gripe comum para a &#8220;gripe A&#8221;? O que popularmente ficou conhecida como &#8220;gripe A&#8221; é, na verdade, a gripe causada pelo vírus influenza A H1N1. Em 2009, o mundo enfrentou uma pandemia desta gripe, com grande repercussão na saúde das pessoas e sobrecarga da rede de serviços de saúde. O Estado do Rio Grande do Sul foi duramente atingido no inverno daquele ano, com registro de 3.585 casos confirmados da doença e 298 óbitos.</p>
<p>Em 10 de agosto de 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou o fim da pandemia e início da fase pós-pandêmica, indicando que o vírus H1N1 se manteria em circulação, apresentando comportamento de vírus sazonal. A ocorrência de casos confirmados da doença é, portanto, esperada e o monitoramento destes casos no RS confirma a indicação da OMS: a circulação do vírus da Influenza A H1N1 não se caracteriza como uma situação atípica no cenário do inverno gaúcho, sendo mais um agente, entre vários, que causam doenças respiratórias agudas.</p>
<p>Outro vírus influenza A que também está circulando pelo mundo é o H3N2. A vacina contra a gripe protege tanto contra o H1N1 como contra o H3N2, além de também oferecer proteção contra influenza B.</p>
<p>Quem tem direito à vacina pelo SUS este ano? Devem procurar os postos de saúde para receber a vacina gratuitamente, pessoas com 60 anos ou mais, crianças com mais de seis meses e menos de dois anos, gestantes, mulheres até 45 dias depois do parto, e pessoas com doenças crônicas (respiratórias, cardíacas, renais, além de obesos e diabéticos). Além destes grupos, os indígenas também recebem as doses, diretamente nas aldeias; os profissionais de saúde se vacinam nos próprios locais de trabalho; e a população privada de liberdade, devido aos altos índices de doenças respiratórias.</p>
<p> Qual o critério para a escolha dos grupos? Os grupos prioritários são escolhidos levando em conta as pessoas com mais chances de desenvolver complicações a partir da gripe. Os critérios são construídos a partir da investigação do perfil dos casos graves e dos casos de óbito por gripe. Em 2012, por exemplo, a investigação dos óbitos no RS indicou que 60% dos casos eram de pessoas com doenças crônicas ou de idade acima de 60 anos, o que reforça a importância desses grupos buscarem imunização.</p>
<p>Fonte:www.saude.rs.gov.br |  </p>
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		<title>SP teve 90% das mortes por gripe H1N1 no país em 2013, diz ministério</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 15:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Kreichmann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[21/05/2013 11h40 &#8211; Atualizado por Mariana de Olivera em 21/05/2013 17h25 SP teve 90% das mortes por gripe H1N1 no país em 2013, diz ministério Em todo o país, foram 61 óbitos pela gripe A, 55 só no estado de SP. Ministério da Saúde manifestou &#8216;preocupação&#8217; e enviou equipe ao estado. O estado de São Paulo concentrou 90% das mortes pela gripe A(H1N1) entre o começo deste ano e o dia 12 de maio, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (21). Dos 61 óbitos em todo o país em razão da doença, 55 foram em São Paulo. Os dados fazem parte do balanço de vacinação de gripe apresentado pelo governo federal. As informações apontam que foi superada a meta de vacinar 80% do público-alvo (crianças de até 2 anos, trabalhadores de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas e idosos). De modo geral, 83,7% do público-alvo foram vacinados durante a campanha deste ano. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, manifestou &#8220;preocupação&#8221; com o que acontece no estado de São Paulo e disse que enviou uma equipe ao estado. &#8220;Há preocupação especial para aquilo que ocorre no estado de São Paulo. Hoje, de todos os casos de óbitos, 90% ocorreram no estado. Identificamos antecipação de casos de H1N1 no estado. Então, tem uma preocupação especial para o que acontece no estado de São Paulo&#8221;, disse Padilha durante apresentação dos dados. Padilha havia dito inicialmente que havia suspeita de que o uso do medicamento antiviral tamiflu (oseltamivir) não estava sendo aplicado nas primeiras 24 horas após suspeita da doença, sem necessidade de confirmação por exame laboratorial. No entanto, mais tarde, a assessoria do Ministério da Saúde corrigiu a informação dada pelo ministro. Segundo a assessoria, Padilha &#8220;se enganou&#8221; e o correto é que o medicamento seja usado nas primeiras 48 horas. Conforme o ministro, haverá uma investigação detalhada sobre os casos de óbito e uma força-tarefa do ministério foi enviada para o estado Além disso, disse ele, serão feitas conferências periódicas com autoridades paulistas para tentar conter o crescimento de óbitos. Em São Paulo, foram verificados 328 casos da gripe A(H1N1), sendo que 55 levaram o paciente a óbito. Em todo o país, foram 388 casos e 61 deles com morte. Em todo o ano passado, os 2614 casos levaram a 351 mortes. O ministério também informou que o estado de São Paulo registrou alta de 66% nas mortes por H1N1 de janeiro a 11 de maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 55 mortes em 2013 contra 33 mortes em 2012. Números Foram aplicadas 32,4 milhões de doses de vacina para proteção contra a gripe A (H1N1), A (H3N2) e B em todo o país. Entre os grupos prioritários, o que obteve menor percentual de cobertura da vacinação foi o das gestantes, com 73,6%. O grupo com maior cobertura foi o de mulheres com até 45 dias após o parto, que atingiu 100%. O ministério informou que sete estados não haviam atingido a meta até 12 de maio: Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. O ministro destacou que, mesmo em estados nos quais a meta foi atingida, é preciso atenção de municípios que não cumpriram o percentual ou de grupos específicos dentro de cada localidade. Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/05/sp-teve-90-das-mortes-por-gripe-h1n1-no-pais-neste-ano-diz-governo.html]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>21/05/2013 11h40 &#8211; Atualizado por Mariana de Olivera em 21/05/2013 17h25</p>
<p>SP teve 90% das mortes por gripe H1N1 no país em 2013, diz ministério<br />
Em todo o país, foram 61 óbitos pela gripe A, 55 só no estado de SP.<br />
Ministério da Saúde manifestou &#8216;preocupação&#8217; e enviou equipe ao estado.</p>
<p>O estado de São Paulo concentrou 90% das mortes pela gripe A(H1N1) entre o começo deste ano e o dia 12 de maio, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (21). Dos 61 óbitos em todo o país em razão da doença, 55 foram em São Paulo.</p>
<p>Os dados fazem parte do balanço de vacinação de gripe apresentado pelo governo federal. As informações apontam que foi superada a meta de vacinar 80% do público-alvo (crianças de até 2 anos, trabalhadores de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas e idosos). De modo geral, 83,7% do público-alvo foram vacinados durante a campanha deste ano.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, manifestou &#8220;preocupação&#8221; com o que acontece no estado de São Paulo e disse que enviou uma equipe ao estado.</p>
<p>&#8220;Há preocupação especial para aquilo que ocorre no estado de São Paulo. Hoje, de todos os casos de óbitos, 90% ocorreram no estado. Identificamos antecipação de casos de H1N1 no estado. Então, tem uma preocupação especial para o que acontece no estado de São Paulo&#8221;, disse Padilha durante apresentação dos dados.</p>
<p>Padilha havia dito inicialmente que havia suspeita de que o uso do medicamento antiviral tamiflu (oseltamivir) não estava sendo aplicado nas primeiras 24 horas após suspeita da doença, sem necessidade de confirmação por exame laboratorial.</p>
<p>No entanto, mais tarde, a assessoria do Ministério da Saúde corrigiu a informação dada pelo ministro. Segundo a assessoria, Padilha &#8220;se enganou&#8221; e o correto é que o medicamento seja usado nas primeiras 48 horas.</p>
<p>Conforme o ministro, haverá uma investigação detalhada sobre os casos de óbito e uma força-tarefa do ministério foi enviada para o estado Além disso, disse ele, serão feitas conferências periódicas com autoridades paulistas para tentar conter o crescimento de óbitos.</p>
<p>Em São Paulo, foram verificados 328 casos da gripe A(H1N1), sendo que 55 levaram o paciente a óbito. Em todo o país, foram 388 casos e 61 deles com morte. Em todo o ano passado, os 2614 casos levaram a 351 mortes.</p>
<p>O ministério também informou que o estado de São Paulo registrou alta de 66% nas mortes por H1N1 de janeiro a 11 de maio deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 55 mortes em 2013 contra 33 mortes em 2012.</p>
<p>Números<br />
Foram aplicadas 32,4 milhões de doses de vacina para proteção contra a gripe A (H1N1), A (H3N2) e B em todo o país. Entre os grupos prioritários, o que obteve menor percentual de cobertura da vacinação foi o das gestantes, com 73,6%. O grupo com maior cobertura foi o de mulheres com até 45 dias após o parto, que atingiu 100%.</p>
<p>O ministério informou que sete estados não haviam atingido a meta até 12 de maio: Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. O ministro destacou que, mesmo em estados nos quais a meta foi atingida, é preciso atenção de municípios que não cumpriram o percentual ou de grupos específicos dentro de cada localidade.</p>
<p>Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/05/sp-teve-90-das-mortes-por-gripe-h1n1-no-pais-neste-ano-diz-governo.html</p>
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